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DIVULGAÇÃO
Monitorização e Avaliação de Projetos Educativos: Práticas de Autoavaliação e Melhoria Contínua
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, do Ensino Secundário e de Educação Especial
ACD
6,0 horas
e-learning
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
A monitorização e avaliação de projetos educativos em Portugal enquadram-se num quadro legal e institucional atualizado que valoriza a qualidade das aprendizagens, a autorregulação das escolas e a melhoria contínua do sistema educativo. Desde logo, a Lei de Bases do Sistema Educativo consagra o princípio ...
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Ref. C66ACD4 26/27 Inscrições abertas até 1 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: ACD 4
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 6,0 horas
Início: 12 de Outubro de 2026
Fim: 19 de Outubro de 2026
Regime: e-learning
Local: À distância
Formador
Sofia Margarida Correia Gonçalves
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
CFAE do Planalto Beirão
Enquadramento
A monitorização e avaliação de projetos educativos em Portugal enquadram-se num quadro legal e institucional atualizado que valoriza a qualidade das aprendizagens, a autorregulação das escolas e a melhoria contínua do sistema educativo. Desde logo, a Lei de Bases do Sistema Educativo consagra o princípio da avaliação permanente do sistema educativo, orientada para a sua eficácia e adequação às necessidades sociais. Este princípio implica que os projetos educativos das escolas sejam objeto de acompanhamento sistemático e avaliação, enquanto instrumentos estruturantes da ação educativa. Ao nível da organização das escolas, o Decreto-Lei n.º 75/2008 (na sua redação atual) reforça a importância da autoavaliação como mecanismo de regulação interna, integrando-a nos instrumentos de prestação de contas e gestão escolar. A autoavaliação constitui, assim, uma dimensão essencial da monitorização dos projetos educativos, articulando planeamento, execução e melhoria. No plano da avaliação institucional, destaca-se o Quadro de Referência da Avaliação Externa das Escolas, atualizado no âmbito do programa de Avaliação Externa das Escolas da Inspeção-Geral da Educação e Ciência. Este referencial organiza-se em domínios como Resultados, Prestação do Serviço Educativo, Liderança e Gestão e Autoavaliação, integrando explicitamente processos de monitorização, análise de resultados e implementação de estratégias de melhoria. A atualização mais recente reforça ainda a articulação com sistemas de monitorização da educação inclusiva e com indicadores de qualidade educativa. Neste contexto, as escolas são chamadas a: a) recolher e analisar evidências sobre a execução dos projetos; b) monitorizar resultados académicos e sociais dos alunos; c) comparar dados de avaliação interna e externa; d) ajustar práticas com base nos resultados obtidos. Assim, a monitorização e avaliação dos projetos educativos configuram-se como um processo contínuo, sistemático e regulado, articulando avaliação interna (autoavaliação) e externa (IGEC), e assumindo-se como condição essencial para a melhoria sustentada das práticas educativas e dos resultados escolares.
Objetivos
• Definir e aplicar indicadores de monitorização dos projetos educativos, com recurso a instrumentos estruturados de recolha de evidências. • Interpretar dados de avaliação (internos e externos) para apoiar a reflexão sobre práticas pedagógicas; • Reconhecer a importância da articulação entre planeamento, monitorização e avaliação, enquanto suporte à melhoria das práticas educativas. • Construir e utilizar instrumentos de apoio (grelhas, rubricas e/ou relatórios) que sistematizem o acompanhamento e a avaliação das ações educativas.
Conteúdos
• Enquadramento da avaliação no sistema educativo português: princípios da monitorização e avaliação de projetos educativos e articulação com o Quadro de Referência da Avaliação Externa das Escolas; • Indicadores de monitorização em projetos educativos: tipologias de indicadores, critérios de definição e relação com objetivos educativos; • Evidências educativas e análise de dados: dados de avaliação interna e externa, leitura e interpretação de resultados escolares; • Instrumentos de monitorização e regulação pedagógica: grelhas de registo, relatórios de acompanhamento e instrumentos de autoavaliação de projetos educativos.
Metodologias
A Ação de Curta Duração será desenvolvida em regime online, com a duração total de 6 horas, assumindo uma abordagem teórico-prática e prática, centrada na reflexão e na aplicação dos conteúdos ao contexto profissional dos docentes. A ação tem como eixo estruturante a importância da monitorização e avaliação dos projetos educativos, enquanto instrumentos fundamentais para a melhoria das práticas pedagógicas e para a promoção da qualidade das aprendizagens. Serão utilizadas metodologias que promovam a participação ativa dos formandos, articulando momentos de exposição breve de enquadramento conceptual com atividades práticas de análise e construção de instrumentos de monitorização.
Modelo
A avaliação dos formandos assume um carácter formativo, contínuo e prático, adequado à natureza de uma Ação de Curta Duração (6 horas), centrada na participação ativa e na aplicação imediata dos conteúdos ao contexto profissional.
Observações
Alarcão, I. (2001). Escola reflexiva e supervisão: uma escola em desenvolvimento e aprendizagem. Porto: Porto Editora. Azevedo, R. (2007). Avaliação das escolas: fundamentos e práticas. Porto: Porto Editora.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 12-10-2026 (Segunda-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 19-10-2026 (Segunda-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
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Gestão de comportamentos disruptivos e clima de sala de aula: Estratégias de comunicação e autorregulação
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial do AE Santa Comba Dão
ACD
6,0 horas
e-learning
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Os comportamentos disruptivos em sala de aula constituem um dos principais desafios à gestão do processo de ensino-aprendizagem, com impacto direto no clima educativo, no bem-estar docente e no envolvimento dos alunos. Estes comportamentos resultam frequentemente de dificuldades ao nível da autorregulação ...
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Ref. C62A2 Inscrições abertas até 15 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: ACD3
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 6,0 horas
Início: 29 de Outubro de 2026
Fim: 30 de Outubro de 2026
Regime: e-learning
Local: À distância
Formador
Elizabete Maria Ferraz Loureiro
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
CFAE do Planalto Beirão
Enquadramento
Os comportamentos disruptivos em sala de aula constituem um dos principais desafios à gestão do processo de ensino-aprendizagem, com impacto direto no clima educativo, no bem-estar docente e no envolvimento dos alunos. Estes comportamentos resultam frequentemente de dificuldades ao nível da autorregulação emocional, do controlo de impulsos e da gestão da frustração, influenciadas por fatores individuais e relacionais. A forma como o docente comunica e gere a dinâmica da sala de aula desempenha um papel central na prevenção e redução destes comportamentos. A clareza na definição de regras, a consistência na sua aplicação e a utilização de uma comunicação assertiva contribuem para a construção de um ambiente mais estruturado e previsível. Paralelamente, a capacidade de autorregulação emocional por parte do professor influencia a gestão das situações de conflito e o clima geral da turma, funcionando como modelo para os alunos. Neste sentido, a aquisição de estratégias práticas de comunicação e regulação emocional revela-se essencial para uma intervenção pedagógica eficaz. Assim, esta ação propõe-se fornecer ferramentas práticas, sustentadas em princípios da psicologia clínica, que permitam aos docentes melhorar a comunicação em sala de aula, reforçar competências de autorregulação e implementar estratégias eficazes na gestão de comportamentos disruptivos, contribuindo para um clima de aprendizagem mais estável e para o seu próprio bem-estar profissional.
Objetivos
Compreender a função e os fatores associados aos comportamentos disruptivos Desenvolver competências de comunicação eficaz na gestão da sala de aula Identificar estratégias preventivas de gestão da sala de aula (gestão de comportamentos desafiantes) Promover competências de autorregulação emocional em contexto profissional Identificar e implementar práticas de autocuidado ajustadas à realidade docente
Conteúdos
Enquadramento dos comportamentos disruptivos • Tipologias e funções do comportamento • Fatores de risco e proteção Prevenção e organização da sala de aula • Definição de regras e rotinas • Clima relacional e práticas inclusivas Estratégias de intervenção • Reforço positivo e gestão de consequências • Técnicas de regulação emocional (aluno e docente) • Comunicação assertiva • Escuta ativa • Técnicas de gestão de conflitos Análise de situações práticas • Estudo de casos • Discussão orientada
Metodologias
Exposição teórico-prática Dinâmicas de grupo Análise e discussão de casos reais Role-play / simulação de situações de sala de aula Reflexão orientada
Modelo
Participação e envolvimento nas atividades Reflexão final sobre a aplicabilidade das estratégias abordadas
Observações
Sabina Valente, Ana Paula Monteiro & Abílio Lourenço (2017). Inteligência emocional na gestão da disciplina em sala de aula Lage Ferreira, A. I., Castanheira, F., & Simões, I. (2019). Gestão de Conflitos em Sala de Aula: um livro de ideias para pôr em prática (2.ª ed.). Coisas de Ler. Sue Cowley (2024). Getting Your Class to Behave: The Must-Have Behaviour Management Bible (6th ed.). Bloomsbury. Claire English (2024). It’s Never Just About the Behaviour. Sage Paul Mooney & Joseph B. Ryan (2024). The Special Educator’s Guide to Behavior Management. Routledge George G. Bear (2020). Improving School Climate: Practical Strategies to Reduce Behavior Problems and Promote Social and Emotional Learning. Guilford Press.
Docentes do AE Santa Comba Dão
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 27-10-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 30-10-2026 (Sexta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
Ética, Conduta, Integridade e Transparência na Gestão Pública
Educadores de Infância,Professores do Ensino Básico, Secundário e de Educação Especial
ACD
3,0 horas
e-learning
Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Educação Especial
A gestão pública exige a adoção de condutas éticas, íntegras e transparentes, por parte dos seus titulares.
A transparência, a imparcialidade e a integridade no exercício de funções públicas deverão nortear, também, a atuação dos profissionais da educação, enquanto zeladores do bem público e responsáveis ...
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Ref. C68A1 Inscrições abertas até 22 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: ACD5
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 3,0 horas
Início: 4 de Novembro de 2026
Fim: 4 de Novembro de 2026
Regime: e-learning
Local: À Distância
Formador
João Carlos Moreira Luís
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
CFAE do Planalto Beirão
Enquadramento
A gestão pública exige a adoção de condutas éticas, íntegras e transparentes, por parte dos seus titulares. A transparência, a imparcialidade e a integridade no exercício de funções públicas deverão nortear, também, a atuação dos profissionais da educação, enquanto zeladores do bem público e responsáveis decisórios na implementação de políticas públicas. Deste modo, compete aos Centros de Formação de Associação de Escolas, no quadro legal da sua atuação, promover a qualificação de recursos humanos, no âmbito da temática em apreço. A robustez e a confiança dos cidadãos no Estado de Direito e nas suas instituições, como as escolas públicas, resulta, em grande parte, da ética e da transparência associadas à sua gestão. Nas escolas públicas, pessoal docente e pessoal não docente assumem uma significativa relevância enquanto servidores públicos. Deste modo, a adoção de elevados padrões de ética, integridade e transparência constituem um imperativo no exercício das suas funções. A conduta dos profissionais da educação encontra-se sistematicamente sob escrutínio, por parte dos diferentes públicos servidos, pelo que a formação e a atualização de competências destes profissionais se afiguram cruciais para o seu elevado desempenho ético e íntegro, robustecendo a conformidade legal da instituição escolar e a confiança e a segurança que os cidadãos nela depositam.
Objetivos
● Conhecer as noções e princípios – ética e conduta para as entidades de natureza pública. ● Conhecer o quadro legal atual – Estratégia Nacional Anticorrupção e o Regime Geral da Prevenção da Corrupção. ● Compreender os conceitos de incompatibilidade, impedimento e conflito de interesses, identificando as suas implicações no exercício de funções públicas. ●Distinguir situações de incompatibilidade, impedimento e conflito de interesses, aplicando corretamente os princípios legais e éticos associados. ● Conhecer o enquadramento legal da acumulação de funções. ● Potenciar a conformidade legal de práticas no exercício de funções públicas. ● Ampliar a qualidade do serviço público prestado aos cidadãos.
Conteúdos
● A ética, a conduta, a integridade e a transparência na gestão das organizações. ● O rigor, a objetividade, a isenção e a transparência como pressupostos fundamentais da gestão e da ação das organizações. ● Principais referências normativas. ● Noção de incompatibilidade, impedimento e conflito de interesses. ● A acumulação de funções – enquadramento legal. ● Ordem de serviço e formulários.
Metodologias
Apresentação/Reflexão/Partilha/Debate sobre os conteúdos a abordar.
Modelo
Preenchimento de um questionário pelos formandos e formadores e análise do tratamento estatístico em reunião da secção de formação e monitorização e conselho de diretores deste CFAE.
Observações
Instituto Nacional da Administração (2022). Governo Aberto Sob a Transparência, da Tecnologia, da Participação Cidadã, da Colaboração e das Redes Sociais na Gestão Pública, Atas do XXV Congresso Internacional do CLAD - Volume 2. Lisboa: INA Editora. MENAC (2025). Como desenvolver uma cultura de transparência na Administração Pública? Portugal: Transparência Internacional. Coroado, susana (2026). Transparência na vida pública. Lisboa: Fundação Francisco Manuel dos Santos. Dias, Rui (2023). Transparência. Lisboa: Vida Económica. Decreto-Lei n.º 41/2012, de 21 de fevereiro Despacho n.º 3423-B/2026, de 16 de março Lei n.º 35/2014, de 20 de junho Lei n.º 52/2019, de 31 de julho Portaria n.º 188-G/2024/1, de 16 de agosto Resolução do Conselho de Ministros n.º 103/2025, de 25 de junho
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 04-11-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
Ética, Conduta, Integridade e Transparência na Gestão Pública
Assistentes Técnicos e Assistentes Operacionais
Outro
3,0 horas
e-learning
Assistentes Técnicos e Assistentes Operacionais
A gestão pública exige a adoção de condutas éticas, íntegras e transparentes, por parte dos seus titulares.
A transparência, a imparcialidade e a integridade no exercício de funções públicas deverão nortear, também, a atuação dos profissionais da educação, enquanto zeladores do bem público e responsáveis ...
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Ref. PND2 26/27 Inscrições abertas até 22 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: 2 26/27
Modalidade: Outro
Duração: 3,0 horas
Início: 4 de Novembro de 2026
Fim: 4 de Novembro de 2026
Regime: e-learning
Local: A Distância
Formador
João Carlos Moreira Luís
Destinatários
Assistentes Técnicos e Assistentes Operacionais
Acreditado pelo
AGSE - Agência para a Gestão do Sistema Educativo
Entidade formadora/Parceria
CFAE do Planalto Beirão
Enquadramento
A gestão pública exige a adoção de condutas éticas, íntegras e transparentes, por parte dos seus titulares. A transparência, a imparcialidade e a integridade no exercício de funções públicas deverão nortear, também, a atuação dos profissionais da educação, enquanto zeladores do bem público e responsáveis decisórios na implementação de políticas públicas. Deste modo, compete aos Centros de Formação de Associação de Escolas, no quadro legal da sua atuação, promover a qualificação de recursos humanos, no âmbito da temática em apreço. A robustez e a confiança dos cidadãos no Estado de Direito e nas suas instituições, como as escolas públicas, resulta, em grande parte, da ética e da transparência associadas à sua gestão. Nas escolas públicas, pessoal docente e pessoal não docente assumem uma significativa relevância enquanto servidores públicos. Deste modo, a adoção de elevados padrões de ética, integridade e transparência constituem um imperativo no exercício das suas funções. A conduta dos profissionais da educação encontra-se sistematicamente sob escrutínio, por parte dos diferentes públicos servidos, pelo que a formação e a atualização de competências destes profissionais se afiguram cruciais para o seu elevado desempenho ético e íntegro, robustecendo a conformidade legal da instituição escolar e a confiança e a segurança que os cidadãos nela depositam.
Objetivos
● Conhecer as noções e princípios – ética e conduta para as entidades de natureza pública. ● Conhecer o quadro legal atual – Estratégia Nacional Anticorrupção e o Regime Geral da Prevenção da Corrupção. ● Compreender os conceitos de incompatibilidade, impedimento e conflito de interesses, identificando as suas implicações no exercício de funções públicas. ●Distinguir situações de incompatibilidade, impedimento e conflito de interesses, aplicando corretamente os princípios legais e éticos associados. ● Conhecer o enquadramento legal da acumulação de funções. ● Potenciar a conformidade legal de práticas no exercício de funções públicas. ● Ampliar a qualidade do serviço público prestado aos cidadãos.
Conteúdos
● A ética, a conduta, a integridade e a transparência na gestão das organizações. ● O rigor, a objetividade, a isenção e a transparência como pressupostos fundamentais da gestão e da ação das organizações. ● Principais referências normativas. ● Noção de incompatibilidade, impedimento e conflito de interesses. ● A acumulação de funções – enquadramento legal. ● Ordem de serviço e formulários.
Metodologias
Apresentação/Reflexão/Partilha/Debate sobre os conteúdos a abordar.
Modelo
Preenchimento de um questionário pelos formandos e formadores e análise do tratamento estatístico em reunião da secção de formação e monitorização e conselho de diretores deste CFAE.
Bibliografia
Instituto Nacional da Administração (2022). Governo Aberto Sob a Transparência, da Tecnologia, da Participação Cidadã, da Colaboração e das Redes Sociais na Gestão Pública, Atas do XXV Congresso Internacional do CLAD - Volume 2. Lisboa: INA Editora. MENAC (2025). Como desenvolver uma cultura de transparência na Administração Pública? Portugal: Transparência Internacional. Coroado, susana (2026). Transparência na vida pública. Lisboa: Fundação Francisco Manuel dos Santos. Dias, Rui (2023). Transparência. Lisboa: Vida Económica. Decreto-Lei n.º 41/2012, de 21 de fevereiro Despacho n.º 3423-B/2026, de 16 de março Lei n.º 35/2014, de 20 de junho Lei n.º 52/2019, de 31 de julho Portaria n.º 188-G/2024/1, de 16 de agosto Resolução do Conselho de Ministros n.º 103/2025, de 25 de junho
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 04-11-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
Gestão de comportamentos disruptivos e clima de sala de aula: Estratégias de comunicação e autorregulação
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, do Ensino Secundário e de Educação Especial do AE de Carregal do Sal
ACD
6,0 horas
e-learning
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Os comportamentos disruptivos em sala de aula constituem um dos principais desafios à gestão do processo de ensino-aprendizagem, com impacto direto no clima educativo, no bem-estar docente e no envolvimento dos alunos. Estes comportamentos resultam frequentemente de dificuldades ao nível da autorregulação ...
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Ref. C62A1 Inscrições abertas até 12 de Novembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: ACD3
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 6,0 horas
Início: 25 de Novembro de 2026
Fim: 26 de Novembro de 2026
Regime: e-learning
Local: À distância
Formador
Elizabete Maria Ferraz Loureiro
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
CFAE do Planalto Beirão
Enquadramento
Os comportamentos disruptivos em sala de aula constituem um dos principais desafios à gestão do processo de ensino-aprendizagem, com impacto direto no clima educativo, no bem-estar docente e no envolvimento dos alunos. Estes comportamentos resultam frequentemente de dificuldades ao nível da autorregulação emocional, do controlo de impulsos e da gestão da frustração, influenciadas por fatores individuais e relacionais. A forma como o docente comunica e gere a dinâmica da sala de aula desempenha um papel central na prevenção e redução destes comportamentos. A clareza na definição de regras, a consistência na sua aplicação e a utilização de uma comunicação assertiva contribuem para a construção de um ambiente mais estruturado e previsível. Paralelamente, a capacidade de autorregulação emocional por parte do professor influencia a gestão das situações de conflito e o clima geral da turma, funcionando como modelo para os alunos. Neste sentido, a aquisição de estratégias práticas de comunicação e regulação emocional revela-se essencial para uma intervenção pedagógica eficaz. Assim, esta ação propõe-se fornecer ferramentas práticas, sustentadas em princípios da psicologia clínica, que permitam aos docentes melhorar a comunicação em sala de aula, reforçar competências de autorregulação e implementar estratégias eficazes na gestão de comportamentos disruptivos, contribuindo para um clima de aprendizagem mais estável e para o seu próprio bem-estar profissional.
Objetivos
Compreender a função e os fatores associados aos comportamentos disruptivos Desenvolver competências de comunicação eficaz na gestão da sala de aula Identificar estratégias preventivas de gestão da sala de aula (gestão de comportamentos desafiantes) Promover competências de autorregulação emocional em contexto profissional Identificar e implementar práticas de autocuidado ajustadas à realidade docente
Conteúdos
Enquadramento dos comportamentos disruptivos • Tipologias e funções do comportamento • Fatores de risco e proteção Prevenção e organização da sala de aula • Definição de regras e rotinas • Clima relacional e práticas inclusivas Estratégias de intervenção • Reforço positivo e gestão de consequências • Técnicas de regulação emocional (aluno e docente) • Comunicação assertiva • Escuta ativa • Técnicas de gestão de conflitos Análise de situações práticas • Estudo de casos • Discussão orientada
Metodologias
Exposição teórico-prática Dinâmicas de grupo Análise e discussão de casos reais Role-play / simulação de situações de sala de aula Reflexão orientada
Modelo
Participação e envolvimento nas atividades Reflexão final sobre a aplicabilidade das estratégias abordadas
Observações
Sabina Valente, Ana Paula Monteiro & Abílio Lourenço (2017). Inteligência emocional na gestão da disciplina em sala de aula Lage Ferreira, A. I., Castanheira, F., & Simões, I. (2019). Gestão de Conflitos em Sala de Aula: um livro de ideias para pôr em prática (2.ª ed.). Coisas de Ler. Sue Cowley (2024). Getting Your Class to Behave: The Must-Have Behaviour Management Bible (6th ed.). Bloomsbury. Claire English (2024). It’s Never Just About the Behaviour. Sage Paul Mooney & Joseph B. Ryan (2024). The Special Educator’s Guide to Behavior Management. Routledge George G. Bear (2020). Improving School Climate: Practical Strategies to Reduce Behavior Problems and Promote Social and Emotional Learning. Guilford Press.
Docentes do AE Carregal do Sal
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 25-11-2026 (Quarta-feira) | 17:15 - 20:15 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 26-11-2026 (Quinta-feira) | 17:15 - 20:15 | 3:00 | Online síncrona |
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